Alunos do Colégio Valsassina apurados para a 2ª eliminatória das Olimpíadas Nacionais de Biologia
- Francisco Ramos, 11º1A
- Miguel Marques, 11º1A
- Diogo Monteiro, 11º1A
- Filipe Costa, 11º1A
A 2ª eliminatória (semifinal) realiza-se no próximo dia 17 de abril.
Mais informações AQUI.
Este blog pretende divulgar alguns trabalhos de alunos, projectos e/ou actividades do Colégio Valsassina, realizados no Departamento de Biologia. Estamos a viver uma “sociedade biológica”. A saúde, a gestão dos recursos naturais, a conservação da biodiversidade, a gestão dos resíduos, o controlo de pragas, as análises bioquímicas de águas, solos ou organismos são alguns dos sectores que dependem cada vez mais da Biologia.
segunda-feira, abril 09, 2012
terça-feira, março 27, 2012
Olimpíadas de Biotecnologia 2011/12 - Alunos do Colégio Valsassina apurados para a 2ª eliminatória
Alunos apurados para a 2ª eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia
• RITA QUINTAS, 12º1
• ANA MARGARIDA DELGADO , 12º1
• MADALENA OLIVEIRA COSTA , 12º1
• EMMA RODRIGUES , 12º1
• MARIA TERESA DOUWENS , 12º1
• LEONOR PAIS, 12º1
• MARIANA MARTINHO, 12º1
• RITA REIS MARQUES, 12º1
A 2ª eliminatória irá realizar-se no dia 18 de Abril.
A 2ª eliminatória irá realizar-se no dia 18 de Abril.
Para mais informações consultar: http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio/
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olimpíadas
sexta-feira, março 16, 2012
Gastronomia molecular
Nos
últimos anos começou a tomar-se consciência da relação entre a ciência e a
cozinha. Na verdade, conhecer os ingredientes com que se trabalha mais
aprofundadamente e de um ponto de vista cientifico, bem como compreender os
fenómenos físicos e químicos que ocorrem quando se cozinha, permitem obter um
importante Know-How sobre a melhor
forma de os confeccionar e combinar.
O facto de se compreender os processos e as
técnicas culinárias cientificamente permite abordar o ato de cozinhar com maior
conhecimento, abrindo-se inúmeras possibilidades em termos de optimização de
processos e qualidade final, e de eficácia do processo criativo. Ao compreender
os porquês do que era feito empiricamente, abriu-se a possibilidade de se
trabalhar numa cozinha com um domínio diferente sobre os alimentos e técnicas
para os transformar / cozinhar e, como consequência, tem sido possível a
obtenção de novos e melhores resultados. O conhecimento cientifico possibilita
ainda a introdução de certos ingredientes menos vulgares, bem como de novas
técnicas.
A
gastronomia molecular é um ramo da ciência dos alimentos nascido há cerca de 20
anos e que se centra nos fenómenos físicos e químicos que ocorrem quando se está
a cozinhar(http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=9323&op=all,
disponível em 20 de Novembro de 2011). A expressão "gastronomia
molecular" foi criada em 1988, pelo físico húngaro Nicholas Kurti, da
Universidade de Oxford, e pelo químico francês Hervé This.
Esta
ciência é dedicada ao estudo dos processos químicos e físicos relacionados com
a culinária. Estuda os mecanismos envolvidos nas transformações dos
ingredientes no cozimento e investiga os aspectos sociais, artísticos e
técnicos da culinária e gastronomia (de um ponto de vista científico).
Para
as próximas gerações é imprescindível que a alimentação disponível seja
orgânica, de origem vegetal e ambientalmente responsável. Com a superpopulação
mundial, os problemas ambientais presentes e os que se adivinham e a evidente
falta de comida no futuro, caberá à ciência procurar soluções. A ciência e a
tecnologia permitem não só conservar e preparar os alimentos de forma
satisfatória, mas também inventar novas texturas, cores e sabores que todos os
dias nos surpreendem.
A
textura dos alimentos tem um papel fundamental na forma como os sentimos quando
os degustamos, tão importante como a sensações gustativas, olfactivas e
visuais. Esta é muitas vezes uma característica determinante na aceitabilidade
de um alimento, e influencia o prazer que este proporciona ao consumidor. São
exemplos a carne que se quer tenra, certos queijos amanteigados, as batatas
fritas, as bolachas que se querem crocantes.
Os
texturantes são principalmente proteínas, lípidos de várias origens e fazem parte de uma lista de aditivos alimentares
autorizados na União Europeia geralmente designados por “Es”, seguida de três
ou quatro algarismos. Os texturantes encontram-se na categoria de
emulsionantes, estabilizantes, espessantes e geleificantes, como por exemplo :
Agar ( E 406, polissacarídio extraído de algas vermelhas); Alginatos (E
400-404, polissacarídeo extraído de algas castanhas); etc
Os
géis são sistemas constituídos por uma fase liquida retida numa fase sólida,
sendo esta constituída por uma rede tridimensional de moléculas longas
interligadas. Os gelificantes usados na alimentação podem ter diversas origens:
Plantas, Algas, Microbiana e Animal.
A
escolha da substancia texturante mais apropriada para cada caso depende do
resultado pretendido, das especificações de cada texturante e dos ingredientes
a geleificar.
O objectivo do nosso trabalho é obter
mais conhecimentos sobre a gastronomia molecular; explicar como se iniciou o
estudo e prática desta em Portugal;
referir figuras portuguesas que se destacaram mais neste ramo; descrever a
influência da arte e da ciência na alimentação; e aplicar algumas das vastas
receitas da gastronomia molecular. Para este fim, iremos demonstrar que a
ciência e a arte podem estar muito presentes nos hábitos de consumo de alguns
alimentos, que, aparentemente para certas pessoas, podem não parecer muito
atractivos. Por fim, propomo-nos a fazer um livro com algumas destas receitas gastronómicas
e seleccionaremos três delas para demonstrar ao público.
Filipa Verdasca e
Beatriz Chagas. 10º1A
Hidroponia: montagem de um sistema vertical para a produção de alfaces
A Hidroponia consiste no cultivo de
plantas, sem a utilização de solo. As raízes das plantas recebem uma solução
nutritiva com água e rica em nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento das
plantas.
O termo hidroponia deriva do grego e significa
trabalho ou cultura (ponos) na água (hydros), pelo que, em rigor
etimológico, este nome deveria ser utilizado para designar apenas a “cultura em
água”. No entanto, a tecnologia e a condução das culturas é semelhante nos
diferentes sistemas de cultura sem solo, pelo que muitas vezes se englobam na
designação genérica de hidroponia (sentido lato).
Com a intensificação dos sistemas culturais em estufa,
surgem com frequência dois tipos de factores limitantes a nível do solo:
salinidade e doenças causadas por fungos do solo. A cultura sem solo permite
ultrapassar estas limitações. Além disso, uma vez que a nutrição da planta pode
ser controlada e os factores edáficos deixam de ser limitantes, as
produtividades obtidas nestes sistemas pode ser superior, especialmente sob
condições de clima controlado.
Como tal, este é um sistema com inúmeras vantagens,
designadamente:
- · Produção de alimentos num curto espaço de tempo
- · Não se utiliza solo, por isso não existe a sua sobre-exploração
- · Poupança de espaço (pode-se fazer num apartamento)
- · Menor desperdício (maior controlo da água, nutrientes, etc.)
- · Riscos climáticos reduzidos
- · Menor risco de pragas
- · Qualidade e homogeneidade dos alimentos
A solução nutritiva é a única fonte
de nutrientes para a planta. Tendo
em conta que o cultivo é feito longe do solo, consegue-se assegurar que as
plantas fiquem livres de contaminantes desse meio. Como tal, as plantas crescem
de forma mais saudável, pois estão num ambiente. Além disso, devido ao cultivo
em ambiente fechado, o ataque de pragas e doenças é, geralmente, baixo,
diminuindo ou anulando a aplicação de agentes de controlo.
São vários os produtos
que podem ser obtidos através de sistemas hidropónicos. Para além da alface,
que é o produto mais cultivado, pode ser também produzido: brócolos, feijão,
couve, salsa, melão, agrião, pepino, beringela, tomate, morango, entre outras.
Não obstante, teoricamente, qualquer planta pode ser cultivada no sistema.
Além dos benefícios já
referidos, a montagem de uma cultura hidropónica na vertical utilizando, por
exemplo, garrafas de plástico de 1,5l pode ser uma solução interessante a
utilizar nas varandas dos prédios em ambiente urbano.
É com base nestes princípios que pretendemos montar
uma cultura de alfaces recorrendo à hidroponia, demonstrando dessa forma as vantagens
e potencialidades deste processo.
No contexto da
globalização, com frequência os produtos hortícolas frescos vêm cada vez mais de longe e chegam às nossas
mesas cada vez menos frescos. Como tal, a produção de alimentos e o seu consumo
a nível local tornam-se cada vez mais importantse, contribuindo para o consumo
de produtos de melhor qualidade, evita-se emissões de gases de efeito de estufa
associados ao transporte e promove-se ainda a economia da região.
A produção de alguns alimentos em hortas verticais na
própria casa além de assegurar uma certa independência pela compra de certos
produtos, contribui para uma alimentação mais saudável. Em complemento, estas
“pequenas hortas” contribuem para a
expansão dos espaços verdes e consequente renovação da paisagem urbana.
Gonçalo Mota Carmo, Gonçalo Pereira,
Tomás Carvalho. 10º1A
quarta-feira, dezembro 14, 2011
sábado, novembro 26, 2011
Semana da Ciência e da Tecnologia - Dia 5
Ao 5º dia da Semana da Ciência e da Tecnologia os alunos de Biologia do 12º ano dinamizaram algumas atividades para os seus colegas do 1º ciclo.
"Uma viagem pelo corpo humano" foi o tema escolhido. Foi possível explorar e ficar a saber um pouco mais sobre o funcionamento do nosso corpo, em particular sobre os sistemas cário-respiratório, digestivo e reprodutor.
"Uma viagem pelo corpo humano" foi o tema escolhido. Foi possível explorar e ficar a saber um pouco mais sobre o funcionamento do nosso corpo, em particular sobre os sistemas cário-respiratório, digestivo e reprodutor.
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Semana Ciência e Tecnologia
terça-feira, novembro 22, 2011
Semana da Ciência e da Tecnologia 2011 - Dia 1
Laboratórios Abertos
Atividades dinamizadas por alunos do secundário para os colegas mais novos (1º ciclo)
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Semana Ciência e Tecnologia
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