terça-feira, novembro 22, 2011

Semana da Ciência e da Tecnologia 2011 - Dia 1

Laboratórios Abertos
Atividades dinamizadas por alunos do secundário para os colegas mais novos (1º ciclo)











Conferência com Professor Doutor Carlos Fiolhais


O professor Carlos Fiolhais realizou hoje, dia 21 de Novembro de 2011, no Colégio Valsassina, uma conferência, intitulada O Big Bang e a Expansão Acelerada do Universo.
Começou por referir que ao falarmos sobre este tema estamos, de forma inevitável, a falar sobre o passado, o presente e, naturalmente, o futuro.
Na sua apresentação realçou o trabalho realizado pelos cientistas: Galileu, Newton, Einstein e Huble, tendo todos eles contribuído para o desenvolvimento da física e, paralelamente, para a ciência e conhecimento. Destacando a constante construção do conhecimento, como uma pirâmide.
            O Professor referiu, também, a teoria do Big Bang, em que, a partir dessa explosão, o Universo não parou de se expandir.
            Hubble, através da observação das galáxias pelo seu telescópio, concluiu, que, elas, quanto mais longe estão, maior é a velocidade da sua expansão.
            O doutor Carlos Fiolhais concluiu, realçando os físicos que foram galardoados, este ano, com o Prémio Nobel. Estes físicos, através da teoria de Hubble, observaram explosão de supernovas e vendo a dististância entre elas, concluíram a constante aceleração da expansão do Universo.
            O professor, durante a sua apresentação, deixou algumas questões em aberto, como “O que é que ocorreu antes do Big Bang?” ou “Estará o atual modelo da teoria do Big Bang correto e/ou completo?”. São estas e outras questões, que num futuro próximo, poderão ser alvo de estudo. Ou seja, não podemos deixar de continuar a subir nesta pirâmide do conhecimento.


Alexandra Pereira, n.º3924 e Manuel Portela, n.º264; 10.º1B





domingo, maio 29, 2011

Menção honrosa para projecto do Colégio Valsassina

O Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores é desenvolvido, em Portugal, pela Fundação da Juventude desde 1992, tendo por objectivos promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação. De âmbito nacional, o Concurso pretende incentivar um salutar espírito competitivo nos jovens, através da realização de projectos/trabalhos científicos inovadores, integrados em processos educativos regulares. Destina-se a premiar projectos científicos realizados por alunos do ensino básico, secundário, e 1º ano do ensino superior, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos.

O Colégio Valsassina esteve representado com o projecto “A utilização de Daphnia magna como modelo biológico no estudo da influência de certas drogas de uso comum no ritmo cardíaco”, da responsabilidade de Emma Rodrigues, Leonor Pais e Mariana Martinho, alunas da turma 11º1 (Curso de Ciência e Tecnologias). Entre 26 e 28 de Maio realizou-se, no Museu da Electricidade, a final nacional que coincidiu com a V Mostra Nacional de Ciência. Os 103 projectos seleccionados para a final foram avaliados por um júri que atribuiu uma Menção Honrosa ao projecto do Colégio.

domingo, maio 22, 2011

Projecto do Colégio Valsassina foi seleccionado para a Final do concurso/V Mostra de Ciência

O projecto “A utilização de Daphnia magna como modelo biológico no estudo da influência de certas drogas de uso comum no ritmo cardíaco”, da autoria de Emma Rodrigues, Leonor Pais e Mariana Martinho, da turma 11º1, que foi submetido ao 19º Concurso Jovens Cientistas e Investigadores 2011, foi seleccionado para participar Final e respectiva V Mostra Nacional de Ciência.



Esta vai ter lugar nos próximos dias 26, 27 e 28 de Maio, no Museu da Electricidade, em Lisboa, de acordo com o Programa disponível no seguinte endereço http://www.fjuventude.pt/jcientistas2011/mostra-de-ciencia.htm .



Convidamos todos os interessados a visitar o stand onde iremos apresentar o projecto.
Aparece. A entrada é livre.

domingo, maio 08, 2011

Alunos apurados para a final das Olimpíadas de Biologia 2010/2011

São 27 os alunos do Colégio Valsassina apurados para a Final Nacional das Olimpíadas da Biologia.


A prova realiza-se no próximo dia 8 de Junho.

Para mais informações consultar www.ordembiologos.pt

quarta-feira, abril 20, 2011

Alunos apurados para a final das Olimpíadas de Biotecnologia 2010/2011

5 alunos do Colégio Valsassina foram selecionados para a Final Nacional das Olimpíadas de Biotecnologia:


  • Ana Beatriz Costeira, 12º1A


  • Ana Margarida Delgado, 11º1


  • Ana Sofia Cavaco, 12º1A


  • Madalena Costa, 11º1


  • Teresa Douwens, 11º1
A final irá realizar-se no próximo dia 13 de Maio, na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto.

Para mais informações consultar http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio

sábado, abril 16, 2011

Trabalho submetido ao concurso: Jovens cientistas e investigadores 2011

A utilização de Daphnia magna como modelo biológico no estudo da influência de certas drogas de uso comum no ritmo cardíaco Emma Rodrigues, Leonor Pais, Mariana Martinho Curso de Ciências e Tecnologia. Departamento de Biologia, Colégio Valsassina Resumo

“Beber café estimula…”, “beber uma bebida alcoólica estimula-nos…”, “vou fumar um cigarro para me acalmar…”. Estas são algumas expressões e ideias partilhadas por muitas pessoas. Cafeína, nicotina e álcool são substâncias de uso comum e, por isso, drogas que podem ser consideradas socialmente aceites. Contudo, o seu consumo afecta vários órgãos e sistemas do organismo humano, bem como, de uma forma geral, provocam dependência e tolerância. De acordo com a revisão de bibliografia, formulámos a hipótese inicial: a nicotina e a cafeína actual como estimulantes, enquanto o álcool como depressor. Daphnia magna é um microcrustáceo aquático que devido à sua carapaça transparente, permite a visualização de todos os seus órgãos internos, incluindo o coração. Além disso, é de destacar ainda a sua sensibilidade em relação às condições externas, incluindo as soluções que vão ser estudadas e as respostas que apresentam a essas mesmas soluções. A modelação biológica ajuda-nos assim a observar, em tempo real, o modo como certas drogas, consumidas pelo ser humano no dia-a-dia, actuam num organismo vivo. Uma vez que o modelo biológico utilizado evidencia respostas fisiológicas básicas muito semelhantes às do ser humano, estes dados podem fornecer indicadores para a nossa espécie. Pretendemos estudar o comportamento destes organismos quando sujeitos à acção de certas drogas que podem ter uma influência no batimento cardíaco, de modo a que seja possível predizer quais os seus efeitos a um nível organizacional mais elevado, designadamente na espécie humana. A investigação realizada baseia-se na observação e contagem do número de batimentos cardíacos em Daphnia magna aquando da adição de certas drogas (nicotina, álcool e cafeína) por comparação com a substância de controlo (água). Os dados recolhidos foram submetidos a um tratamento estatístico tendo em vista a sua interpretação. Os resultados obtidos nesta actividade levam-nos a considerar que a cafeína e a nicotina são substâncias estimulantes, enquanto o álcool é uma substância depressora, pelo que deste modo podemos considerar que a hipótese inicial foi verificada. Entendemos assim que este estudo contribui para quebrar alguns mitos associados aos efeitos que estas provocam. Além disso, a realização de investigações como a que apresentamos neste trabalho permite-nos compreender melhor os sistemas biológicos e desenvolver competências de investigação. O consumo excessivo destas drogas pode provocar outro tipo de consequências, que não foram alvo de estudo no nosso trabalho e que deverão ser alvo de um futuro estudo.

A utilização de Daphnia magna como modelo biológico no estudo da influência de certas drogas de uso comum no ritmo cardíaco

quinta-feira, março 31, 2011

2ª Eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia

Resultados provisórios da 2ª Eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia (Os valores apresentados referem-se apenas às questões de escolha múltipla - máx. 20 pts)




  • ANA BEATRIZ COSTEIRA (16 pts)

  • ANA SOFIA CAVACO (15 pts)

  • ANA MARGARIDA DELGADO (14 pts)

  • MADALENA COSTA (14 pts)

  • MARIA TERESA DOUWENS (14 pts)

  • HUGO BENTO (12 pts)

  • FREDERICO VILANTE (11 pts)

  • JOÃO ALVES (11 pts)

  • RICARDO CRISTINO (11 pts)

  • ANDRÉ PINTO (10 pts)

  • MARIANA DOTTI (10 pts)

  • NICOLAU ALBARRAN (10 pts)

  • ANA TERESA SILVEIRA (9 pts)

  • MARIANA MARTINHO (9 pts)

  • RITA MARQUES (9 pts)

  • EMMA RODRIGUES (8 pts)

  • LEONOR PAIS (8 pts)

  • JESSICA MONTEIRO (8 pts)

  • MARIA ALEXANDRA LOUÇÃO (8 pts)

  • MIGUEL SANTOS (8 pts)

  • MARIA GONÇALVES (6 pts)

  • MARIA GAMBOA DIAS (4 pts)

Para mais informações consultar http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio/


domingo, março 13, 2011

Reportagem - Dia DN 25/2/2011 (1/2)

1ª Parte

Reportagem - Dia DN 25/2/2011 (2/2)

2ª Parte

Dia DN com a investigadora Claudia Lobato da Silva


No passado dia 25 de Fevereiro decorreu, no Colégio Valsassina, um debate sobre células estaminais no âmbito do Dia DN. Os cerca de 100 alunos do ensino secundário, do curso de Ciências e Tecnologias tiveram oportunidade aprofundar os seus conhecimentos sobre este tema assim como para conhecer um pouco sobre o trabalho desenvolvido por Claúdia Lobato da Silva. Professora Auxiliar do Departamento de Bioengenharia do IST, esta investigadora realiza as suas actividades de investigação na área de Bioengenharia de Células Estaminais no Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia (IBB) no IST. Participa ainda no Programa MIT-Portugal, área de Bioengenharia.uma professora e investigadora.




Esta actividade que se enquadrou no âmbito do projecto Nescolas, foi dinamizada pela equipa constituída pelos estudantes do 10º1A, Gonçalo Marta, Sofia Correia e Catarina Cavaco (com 15 anos) e Max Ferreira (com 16).
A investigação em células estaminais e os seus potenciais usos tem sido alvo de frequentes notícias nos media e de discussão na sociedade. De uma forma geral, há a tendência para considerar o uso das células estaminais como uma espécie de seguro de saúde que pode vir a salvar vidas no futuro. Foi este o ponto de partida para a conversa entre a investigadora e a plateia, que estava cheia de perguntas e dúvidas.



A investigadora mostrou-se muito disponível para responder a todas as questões que lhe foram colocadas o que contribuiu para o dinamismo da sessão e diversidade de assuntos abordados.
Segundo a investigadora, as células estaminais são células indiferenciadas que podem dar origem aos diferentes tipos de células de um organismo. Estas células têm ainda capacidade de se auto-renovar. Isto significa que uma célula estaminal ao dar origem a uma célula mais especializada (diferenciada) dá também origem a uma cópia idêntica de si mesma, e tem também capacidade de se multiplicar aumentando o número de células estaminais. Existem diferentes tipos de células estaminais. Durante o desenvolvimento embrionário, estas células especializam-se, originando os vários tipos de células do corpo, desde as células do músculo cardíaco, células nervosas, glóbulos vermelhos ou células da pele, ou mesmo, por exemplo, as células que fazem parte do olho.

Deste modo, a maior potencialidade das células estaminais é sua aplicação terapêutica, podendo ser úteis no tratamento de doenças cardiovasculares, neuromusculares, ósseas e anomalias sanguíneas.

O facto de frequentemente se encontrar nos media anúncios para a recolha e criopreservação de células estaminais motivou algumas perguntas. Foi assim possível verificar que, em relação às células do sangue do cordão umbilical, estas são utilizadas para o tratamento de doenças do foro hemato-oncológico, ou seja, anemias, leucemias, linfomas ou doenças raras a nível do sangue. A nível do fragmento do cordão umbilical, neste momento, as potencialidades das células mesenquimais ainda se encontram em fase de estudo, razão pela qual apenas conservamos um fragmento do cordão umbilical
Enquanto as células estaminais do sangue umbilical estão a ser cada vez mais utilizadas para o tratamento de doenças do sangue, do sistema imunitário e alguns tipos de cancro, como a leucemia, as células estaminais mesenquimais são “peritas” em reparação e regeneração

Questionada sobre o futuro da investigação, a investigadora referiu que este deve incluir as células estaminais mesenquimais, extraídas do fragmento do cordão umbilical. Estas apresentam uma potencialidade enorme no campo da medicina regenerativa, nomeadamente na regeneração de tecido cardíaco, enxertos, etc.. Há, por isso, uma expectativa muito grande por parte da comunidade científica.

Para além das questões científicas, os alunos presentes aproveitaram a ocasião para conhecer como e onde se faz ciência em Portugal, e quais os cursos universitários que podem ter ligação com esta área de investigação. Foi com agrado que a investigadora partilhou o seu orgulho em fazer parte da comunidade científica portuguesa, a qual está ao nível do que de melhor se faz a nível mundial. Claudia Lobato da Silva referiu que, “já tive a minha experiência no estrangeiro, foi muito enriquecedora”, mas neste momento tenho em Portugal todas as condições para realizar a minha investigação integrada numa equipa que revela grande dinamismo. Há ainda um percurso pela frente, nomeadamente no que diz respeito à promoção da ciência e sua comunicação junto da sociedade civil.

No final da sessão todos os alunos concordaram que estiveram à vontade e que “a simpatia da convidada ajudou imenso”. A convidada destacou que “é de salientar que são apenas alunos do 10º ano e que conseguem estar tão à vontade com o tema”.
Estas conferências inserem-se no concurso “DNEscolas” cujo prémio é uma viagem pela Europa aos grupos vencedores. Mas acima de tudo, são uma excelente oportunidade para estar em contacto com o que de melhor se faz no nosso país.


Ana Sofia Correia, Catarina Cavaco, Gonçalo Marta, Max Ferreira. 10º1A

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

1ª Eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia 2010/2011

Realizou-se no passado dia 16 de Fevereiro a 1ª Eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia 2010/2011.
Os resultados provisórios dos alunos do Colégio Valsassina são:

  • MARIANA MARTINHO 24 pts
  • TERESA DOUWENS 24 pts
  • ANA MARGARIDA DELGADO 22 pts
  • TERESA SILVEIRA 21 pts
  • BEATRIZ COSTEIRA 20 pts
  • MIGUEL SANTOS 20 pts
  • ANA SOFIA CAVACO 19 pts
  • MADALENA COSTA 19 pts
  • MARIA GONÇALVES 19 pts
  • NICOLAU ALBARRAN 18 pts
  • JESSICA MONTEIRO 17 pts
  • JOÃO ALVES 17 pts
  • LEONOR PAIS 17 pts
  • ANDRÉ PINTO 16 pts
  • HUGO BENTO 16 pts
  • RICARDO CRISTINO 16 pts
  • FREDERICO VILANTE 14 pts
  • EMMA RODRIGUES 14 pts
  • MARIA GAMBOA DIAS 14 pts
  • RITA MARQUES 14 pts
  • ALEXANDRA LOUÇÃO 13 pts
  • NOEMI FAMILIAR 12 pts
  • ANA CATARINA NUNES 11 pts
  • IARA RAMOS 9 pts

Os resultados apresentados referem-se apenas às questões de escolha múltipla (máx. 30 pts).
Mais informações em http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio

Dia DN no Colégio Valsassina com Dra Cláudia Lobato da Silva- Células Estaminais



Mais informações em http://nescolas.dn.pt/index.php?a=roadshow1011&action=roadshowg&id=4

quinta-feira, novembro 25, 2010

Conferência sobre "Inovação e Tecnologia" - Prof. Doutor Luís Silveira

Semana da Ciência e da Tecnologia 2010
Conferência sobre "Inovação e Tecnologia", 25 Nov.
Prof. Doutor Luís Silveira


sábado, novembro 20, 2010

Semana da Ciência e da Tecnologia 2010

Que ciência se faz em Portugal? Quem são os nossos cientistas? Como trabalham? O que investigam? Que resultados obtêm? Estes foram os grandes objectivos de mais uma edição nacional da Semana da Ciência e da Tecnologia.
Durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, de 22 a 25 de Novembro, instituições científicas, universidades, escolas, associações, museus e Centros Ciência Viva de todo o País abriram as suas portas ao público, lançando um convite irrecusável para uma viagem pelo conhecimento.
O Departamento de Biologia do Colégio Valsassina associou-se a esta semana através de várias actividades:
- laboratórios abertos;
- conferências;
- construção de modelos de células eucarióticas 3D (7º ano)
- exposição (vida e obra de Darwin)

Conferência com Prof. Doutor António Pedro Carmona Rodrigues

quinta-feira, julho 01, 2010

Células estaminais - Um projecto desenvolvido em Biologia 12º ano

As células estaminais, são células animais que ainda não atingiram o grau de diferenciação e especialização que lhes permita desempenhar uma função específica num determinado órgão, mas, são precursoras de células especializadas. As células estaminais são conhecidas há já vários anos, principalmente devido aos trabalhos realizados em tecidos embrionários obtidos de animais de experimentação. Contudo são ainda desconhecidas por uma parte muito significativa da população, assim como existem ideias erradas sobre as suas origens e potencialidades.
Neste contexto, de referir que o transplante de células estaminais hematopoiéticas do sangue do cordão umbilical é uma das terapias disponíveis para tratamento de doenças hematológicas/oncológicas. Mas, por exemplo, a possibilidade de utilização para tratamento de doenças do foro não hematológico, como as doenças neurodegenerativas, diabetes, doenças gastrointestinais, disfunções hepáticas e lesões vasculares, vem potenciar o uso futuro das células estaminais do sangue do cordão umbilical no contexto autólogo.
Contribuir para um maior conhecimento deste tipo de células, como são obtidas e quais as suas potencialidades foi um dos projectos em destaque na disciplina de Biologia do 12º ano, em 2009/2010.

A relação Ciência e Tecnologia, Ciência e Qualidade de Vida, Ciência e Sociedade são os elementos nucleares dos trabalhos realizados.
Apresentamos de seguida alguns dos trabalhos realizados sobre Células Estaminais.

Células estaminais (V)

Células estaminais (IV)

Células estaminais (III)

Células estaminais (II)

Células estaminais (I)

sábado, maio 22, 2010

22 Maio - Dia da Biodiversidade

Em 2010 comemora-se o Ano Internacional da Biodiversidade, uma iniciativa das Nações Unidas para promover a consciencialização da sociedade no que respeita à importância da biodiversidade, às ameaças que enfrenta, e à urgência dos esforços para promover a sua conservação.
A Ciência Viva junta-se a estas comemorações, promovendo o envolvimento da comunidade educativa e científica em projectos sobre a biodiversidade.
Em particular as equipas do Colégio Valsassina, "Rainhas da Natureza" (desafio "Ostras e Poluição") e "Grace" ("Caça à minhoca") vão apresentar uma comunicação no Pavilhão do Conhecimento, dando assim a conhecer o trabalho que desenvolveram, e que foram premiados.
O Programa completo pode ser consultado AQUI.

Equipa do Colégio Valsassina vence desafio "Ostras e Poluição" da Agência Ciência Viva

A Equipa "Rainhas da Natureza", constituída pelas alunas Alexandra Pereira, Carolina Madeira, Catarina Soares e Mariana Monteiro, da turma B do 8º ano, venceram o concurso dinamizado no âmbito do desafio "Ostras e Poluição", do Projecto "Oceanos, Biodiversidade e Saúde Humana", da Agência Ciência Viva.

Equipa "Grace" do Colégio Valsassina vence desafio Ciência Viva - "Caça à Minhoca"

As alunas Margarida Costa e Rita Ferrito (equipa Grace), da turma B do 12º ano, venceram o Desafio "Caça à Minhoca - a selecção natural em acção".
Nesta actividade os alunos foram desafiados a investigar se a coloração das minhocas afecta a probabilidade destas serem devoradas pelos pássaros.
A comunicação do trabalho devia ser feita na forma de documentário científico/artigo científico.

Para mais informações consultar http://www.darwin2009.pt/escola/desafios/passaros/


Resumo do Trabalho
Caça à Minhoca: A selecção natural em acção

Ana Rita Ferrito; Margarida Marques da Costa
Departamento Biologia, Colégio Valsassina

“Continuo a compilar todo o tipo de provas que possam ajudar a compreender a origem e a variabilidade das espécies.”
Charles Darwin numa carta para J. S. Henslow, Novembro 1839.

Abstract
Searching for an explanation for species’ evolution, Charles Darwin started his studies with pigeons as direct agents in artificial selection.
According to Darwin, if it is possible such variety from artificial selection then there might be a selection caused by environmental factors in the wild, known as Natural Selection.
Same specie’s organisms have some differences. There is a Natural Selection which will make the ones whose characteristics are more useful for that specific environment prevail while others will perish.
This project’s main purpose is testing natural selection on worms caused by birds. According to Darwin, there were used artificial selection processes during these tests.
Key-words: Darwin; Natural Selection; Worms; Birds.

terça-feira, maio 04, 2010

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AMBIENTE NA RIA FORMOSA ATRAVÉS DO ÍNDICE STI OBTIDO NUMA AMOSTRA DE OSTRAS (Crassostrea angulata)

INTRODUÇÃO
O Homem tem, desde sempre, eleito a zona costeira como local de fixação ou de passagem não só pela riqueza de recursos naturais, que a caracteriza, mas também por lhe proporcionar, por um lado, oportunidades de ligação com o mundo e, por outro, em muitas regiões, pela amenidade do clima.
Contudo, o desenvolvimento industrial e o fabrico de compostos químicos sintéticos têm provocado graves e diversos problemas nos ecossistemas. Estes compostos, ao entrarem nos ecossistemas (aquáticos e terrestres), acumulam-se nos organismos (animais e vegetais) alterando-lhes o funcionamento hormonal o que, em casos extremos, tem levado ao desaparecimento de numerosas espécies indígenas.
O presente trabalho foi realizado no âmbito do desafio “Ostras e Poluição: que ligação?”. Tem como objectivos: a) conhecer as características internas e externas das ostras; b) identificar, as diferenças de espessamento da concha; c) determinar o índice biológico STI e o nível de qualidade da zona em estudo.
Ao contrário do que grande parte das pessoas deve pensar sobre as ostras, elas fornecem-nos várias características muito importantes (tais como: volume, peso, tamanho, largura, espessura, coloração do miolo, contraste de coloração entre o bordo do manto e a sua restante superfície, a forma do bordo do manto) que nos podem sugerir o nível de poluição da zona em análise. Ou seja, as ostras são um importante indicador biológico tendo em conta que o desenvolvimento deste organismo reflecte as condições do ambiente onde se insere.
A investigação foi realizada com uma amostra de 31 ostras (Crassostrea angulata) provenientes da Ria Formosa. De referir que recolha das amostras foi realizada com o apoio de um pescador da região.

MATERIAL E PROCEDIMENTOS
O trabalho realizado baseou-se no protocolo fornecidos pela Agência Ciência Viva1, através do desafio “Ostras e poluição: Que ligação?”.
Para completar os dados fornecidos assim como a análise e interpretação dos resultados, procedemos uma revisão bibliográfica.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
As ostras estão constantemente em contacto com o meio aquático acabando por isso por reflectir o estado de qualidade do local.
A partir da determinação do índice biológico STI, é possível aferir o estado de qualidade da água, neste caso da Ria Formosa. Pela análise da tabela I em anexo, é possível verificar que:
a) O valor médio do índice STI das ostras estudadas é 10.2 e o desvio padrão é de 4.4. Apenas uma amostra apresenta um valor menor que 1 e o valor mais alto (STI) das amostras é de 18.5, de uma forma geral as ostras apresentam valor entre os 7 e o 8.
Verificamos também que a maioria das ostras tem uma concha pouco espessada. Na presença de compostos como o TBT verificar-se-ia uma tendência para as ostras formarem uma forma esférica, o que espessava a sua concha3. Assim, de acordo com a tabela de qualidade para este índice, os dados obtidos sugerem um baixo nível de poluição. A apoiar estes dados, Agripino3 num estudo realizado em ostras verificou que as amostras estudadas da Ria Formosa eram caracterizadas por possuírem uma concha pouco espessada.
b) Relativamente ao contraste do miolo na maioria das amostras observadas a coloração é normal. Apenas 13 ostras em 31 tem o miolo demasiado escuro, e apenas uma tem o miolo demasiado claro tendo em conta a coloração das restantes.
Os bordos do manto são, na sua maioria, bem visíveis. Os dados levam-nos a supor que a maioria das ostras estudadas encontra-se saudável.
Os dados obtidos neste estudo sugerem então que as ostras da Ria Formosa estão saudáveis, e que a água do local tem um baixo nível de contaminação.
Num artigo disponível on line2, é referido que a implantação de estaleiros navais no Tejo e no Sado estiveram associados ao uso e abuso de tintas «antifouling» nos cascos dos navios que continham TBT, um composto altamente nocivo para a vida marinha, o que aniquilou completamente as colónias de moluscos existentes nos dois rios, nomeadamente as ostras. Assim se desintegraram comunidades que durante várias gerações haviam subsistido naquelas zonas. Os autores deferem que esta situação não se verificou nos estuários de alguns rios como o Mira e lagunas costeiras como a Ria Formosa2.
Nicolas Lémery2, reputado farmacêutico e químico do século XVIII dizia no seu «Traité des alimens»: As ostras excitam o sono; elas abrem o apetite; elas provocam os ardores de Vénus. Com este trabalho aprendemos que podemos acrescentar mais uma característica: as ostras são importantes bioindicadores.
Agradecimento: Este trabalho não se teria realizado sem a colaboração do Sr. Helder Larguito, pescador da Ria Formosa.

Trabalho realizado por
Carolina Fonseca, Alexandra Pereira, Mariana Monteiro e Catarina Soares, da turma B do 8º ano, no âmbito do desafio “Ostras e Poluição: que ligação?”, do projecto “Oceanos, Biodiversidade e Saúde Humana” da Agência Ciência Viva.
Todos os trabalhos estão disponíveis em http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/participantes2.asp?desafio=5

Final Nacional das V Olimpíadas de Biotecnologia

O nosso participante na Final Nacional das V Olimpíadas de Biotecnologia, José Patto (12º1A) ficou em 5º lugar, entre cerca de 40 participantes de todo o país.
A final realizou-se na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, no passado dia 23 de Abril. Os participantes foram realizaram uma prova escrita e uma prova oral.
Os nossos parabéns pelo Bom Desempenho.

quinta-feira, abril 15, 2010

Final Nacional das V Olimpíadas de Biotecnologia

É com orgulho que informamos que os alunos Rita Ferrito e José Patto foram apurados para a Final Nacional das V Olimpíadas de Biotecnologia.
A Final realizar-se-á no próximo dia 23 de Abril, na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica, no Porto.
Para mais informações consultar http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio/.

domingo, março 21, 2010

Apurados para a 2ª Eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia 2009/2010

Alunos do Colégio Valsassina apurados para a 2ª eliminatória das Olimpíadas de Biotecnologia 2009/2010.

  • Ana Beatriz Costeira (11º1)
  • Ana Rita Ferrito (12º1B)
  • Bárbara Sales (11º1)
  • Catarina Pimenta (12º1A)
  • Hugo Bento (10º1)
  • João Sousa (12º1B)
  • José Patto (12º1A)
  • Madalena Garrido (12º1B)
  • Madalena Perdigoto (12º1B)
  • Maria Dias (11º1)
  • Matilde Conceição (12º1B)
  • Pedro Sá (10º1)
  • Ricardo Pedro (11º1)
A prova realizar-se-á dia 24 de Março.
Para mais informações consultar http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio/

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

1ª Eliminatória das V Olimpíadas de Biotecnologia 2009/2010

Realizou-se no passado dia 24/02/2010 a 1ª Eliminatória das V Olimpíadas de Biotecnologia 2009/2010.

Todos os alunos das turmas de Biologia do Colégio Valsassina participaram nesta prova.

As classificações relativas às questões de escolha múltipla foram:

JOÃO FRANCISCO SOUSA 18
JOSÉ MARIA PATTO 15
CATARINA PIMENTA 13
HUGO BENTO 12
RICARDO MIGUEL PEDRO 12
ANA BEATRIZ COSTEIRA 11
ANA RITA FERRITO 11
BÁRBARA SALES 11
MADALENA GARRIDO 11
MADALENA PERDIGOTO 11
MARIA DE GAMBOA DIAS 11
MATILDE CONCEIÇÃO 11
PEDRO SÁ 11
ANA CATARINA NUNES 10
CATARINA OLIVEIRA 10
MARIA LUISA GONÇALVES 10
MÓNICA SILVEIRA 10
ANDRÉ PEDRO 9
ANTÓNIO DELGADO 9
ANA FILIPA MENDES 9
ANA MARGARIDA COSTA 9
MARIANA MARTINHO 9
MARIA TERESA DOUWENS 9
MARTIM LICO 9
NOEMI FAMILIAR 9
VALENTIM CAETANO 9
ANA SOFIA CAVACO 8
ANA TERESA SILVEIRA 8
CATARINA FAROPPA 8
CATARINA GOMES 8
FRANCISCO NUNES 8
INÊS MOEDAS 8
JOÃO ALVES 8
LEONOR PAIS 8
ANA DELGADO 7
EMMA RODRIGUES 7
MADALENA COSTA 7
NUNO GUSMÃO 7
ANDRÉ PINTO 6
DIOGO MOREIRA 6
FREDERICO VILANTE 6
IARA RAMOS 6
MARIA LOUÇÃO 6
MARIANA DOTTI 6
NICOLAU GONÇALVES 6
MIGUEL SANTOS 5
RITA MARQUES 4
RICARDO CRISTINO 4


Para mais informações consultar: http://www.esb.ucp.pt/olimpiadasbio/

terça-feira, novembro 24, 2009

Semana da Ciência e Tecnologia 2009 - Dia 1

Exploração dos espaços verdes do Colégio Valsassina/Estudo da fauna do solo

domingo, novembro 08, 2009

Semana da Ciência e da Tecnologia 2009 - Programa detalhado

Já está disponível, em http://www.cienciaviva.pt/semanact/edicao2009/, o Programa detalhado das actividades a realizar no âmbito da Semana da Ciência e da Tecnologia 2009.

domingo, julho 12, 2009

Revista e-fabulations: Diário de bordo de uma viagem pela evolução

O artigo "Diário de bordo de uma viagem pela evolução" realizado pela equipa "We think" do Colégio Valsassina, no âmbito do concurso Darwin 2009, foi publicado na mais recente edição da revista e-fabulations.
Esta publicação pode ser consultada AQUI.

terça-feira, julho 07, 2009

Darwin 2009 - Equipa do Colégio Valsassina distinguida com Prémio especial de publicação e-Fabulations

Com base no desafio: Evolução de duas populações distintas de Drosophila melanogaster: selvagem e ebony foi proposto às escolas que elaborassem um documentário científico, na forma escrita ou de vídeo.
A equipa "We think" do Colégio Valsassina (Ana Filipa Louro, Guilherme Fonseca, Joana Silva - 12º1A) apresentou um trabalho a concurso o qual foi distinguido com o Prémio especial de publicação e-Fabulations.
Este trabalho pode ser consultado AQUI.

terça-feira, maio 12, 2009

Aluna do Colégio Valsassina vence final nacional das Olimpíadas de Biotecnologia

É com enorme orgulho que informamos que os nossos representantes na final nacional das Olimpíadas de Biotecnologia 2009, que decorreu no passado dia 11 de Maio, conquistaram o 1º e 4º lugar:
1º Lugar: Filipa Louro (12º 1A)
4º Lugar: Joana Silva (12º 1A)

terça-feira, maio 05, 2009

Final das Olimpíadas de Biotecnologia

É com orgulho que anunciamos a presença dos seguintes alunos do Colégio Valsassina na Final Nacional das Olimpíadas de Biotecnologia:
  • Ana Filipa Louro (12º 1A)
  • Joana Magalhães Silva (12º 1A)
  • Jorge Ferreira (11º1A)

A final realiza-se no próximo dia 11 de Maio na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto.

Para mais informações consultar http://www.esb.ucp.pt/twt/olimpiadasbio/

sábado, abril 04, 2009

Saída de campo ao PNSE (2) - Flora e Vegetação

A Flora e a Vegetação do PNSE apresentam características únicas em Portugal, que se traduzem, por um lado, na existência de cinco espécies, duas subespécies e sete formas e variedades estritamente endémicas da Serra da Estrela (SILVA & TELES, 1986) e por outro, numa zonação altitudinal muito característica, que é fruto da elevada altitude da Serra.Em termos de conservação, no que diz respeito à flora, encontram-se no Parque nove espécies de plantas incluídas no anexo II, cinco espécies incluídas no anexo IV e 23 espécies incluídas no anexo V da Directiva 92/43/CEE (“Directiva Habitats”) (JANSEN, 1997).No que se refere à zonação altitudinal, segundo SILVA & TELES (1986), a vegetação da Serra da Estrela encontra-se diferenciada em três andares, cujos limites podem oscilar, sensivelmente, de acordo com o local considerado: andar basal (até 800-900 metros), andar intermédio (de 800 a 1600 metros) e andar superior (acima dos 1600 metros).O andar basal, de acentuada influência mediterrânica, está sujeito a um aproveitamento cultural intenso por parte das populações, pelo que a vegetação natural é praticamente inexistente. Contudo, subsistem ainda alguns vestígios da vegetação natural: os azinhais e as comunidades de azereiro.Nos vários tipos de aproveitamento agrícola existentes no andar inferior salientam-se a cultura do milho, da vinha e da oliveira. O aproveitamento florestal baseia-se principalmente na plantação de pinheiro-bravo (Pinus pinaster), que atinge, em vários locais, o andar intermédio.O andar intermédio corresponde ao domínio climácico do carvalho-negral (Quercus pyrenaica). Os principais tipos de vegetação natural e seminatural que se encontram neste andar são os carvalhais, os castinçais e matos de vários tipos.Nas zonas onde o coberto arbóreo se apresenta degradado encontram-se os matos. Os principais são os giestais de Cytisus multiflorus (giesteira-brava), em que também ocorre o rosmaninho (Lavandula stoechas ssp. sampaioana), os urgeirais de Erica australis ssp. aragonensis (urgeira), que se associa ao zimbro (Juniperus communis ssp. alpina) e os piornais de Genista florida ssp. polygaliphylla (piorno-dos-tintureiros), associado à giesteira-das-serras (Cytisus striatus).O andar superior corresponde, na actualidade, ao domínio do zimbro (Juniperus communis ssp. alpina). É admitido que, no passado, o pinheiro-silvestre (Pinus sylvestris), o vidoeiro (Betula pubescens) e o teixo (Taxus baccata) tenham ocupado a parte superior da Serra, após o recuo dos glaciares wurmianos. Em resultado da desflorestação e, possivelmente, por influência de alterações climáticas posteriores, esta área encontra-se totalmente desprovida do coberto arbóreo primitivo. Actualmente, a vegetação da parte superior da Serra é constituída por um mosaico que inclui zimbrais, cervunais, arrelvados, comunidades rupícolas e comunidades lacustres.
(texto: www.icn.pt)